Réveillon no Rio recebeu 11,4% a mais de turistas em 2018

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão apresentou, nesta quarta-feira (03.01), um estudo da Fundação Getúlio Vargas Projetos, que revelou que o Rio de Janeiro teve um aumento de 11,4% no número de turistas no período do réveillon 2018, em comparação com o ano anterior. Ao todo, segundo o estudo, o Rio recebeu 707 mil turistas — sendo 93 mil estrangeiros, como adiantou o jornalista Ancelmo Gois em sua coluna. Segundo o estudo, o impacto global na economia foi de R$ 1,94 bilhão, uma alta de 19,2% em relação ao réveillon 2017.

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão apresentou, nesta quarta-feira (03.01), um estudo da Fundação Getúlio Vargas Projetos, que revelou que o Rio de Janeiro teve um aumento de 11,4% no número de turistas no período do réveillon 2018, em comparação com o ano anterior. Ao todo, segundo o estudo, o Rio recebeu 707 mil turistas — sendo 93 mil estrangeiros, como adiantou o jornalista Ancelmo Gois em sua coluna. Segundo o estudo, o impacto global na economia foi de R$ 1,94 bilhão, uma alta de 19,2% em relação ao réveillon 2017.

Em média, cada turista estrangeiro ficou seis dias na cidade, com um gasto diário de R$ 329. Já o brasileiro permaneceu por cinco dias, desembolsando R$ 287,45 em cada um deles. A taxa de ocupação da rede hoteleira ficou em 98%. O réveillon teve R$ 6,15 milhões aprovados pela Lei Rouanet, mas foram camptados R$ 5,15 milhões captados. Desse total captado, R$ 1 milhão veio do BNDES e R$ 4,15 milhões vieram da Caixa.

- O réveillon foi o pontapé inicial do projeto Rio de Janeiro a Janeiro. E o conceito de uma semana de eventos visa a estender a permanência de turistas e a aumentar o impacto na economia. O "Encontro do samba" (neste sábado) vai ser o encerramento da semana do réveillon.

Segundo a FGV, tivemos 2,4 milhões de pessoas em Copacabana. Segundo o ministro, a meta deste ano do projeto Rio de Janeiro a Janeiro é um incremento de 20% do número de turistas, injetando R$ 6,2 bilhões na economia e gerando 150 mil postos de trabalho. Fonte: O Globo